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Escola de formação na aldeia Malembo

Os consórcios OPI (Offshore Papelain-Internacional) e Operatec, vocacionados para o apoio e prestação de serviços às operações de exploração de petróleo na costa angolana, vão edificar na zona de Malembo, município de Cabinda, um centro de desenvolvimento para a formação técnica e profissional de jovens em várias especialidades ligadas à indústria petrolífera.  províncias|33

Técnicos ligados à indústria petrolífera na província de Cabinda vão receber formação profissional no âmbito do centro de desenvolvimento
Fotografia: Jornal de Angola

Os consócios OPI (Offshore Papelain-Internacional) e a Operatec, ambas com direitos americano e angolano, vocacionadas ao apoio e prestação de serviços às operações de exploração de petróleo na costa angolana, vão edificar na zona de Malembo, município de Cabinda, um centro de desenvolvimento para a formação técnica e profissional de jovens nacionais em várias especialidades ligadas à indústria petrolífera.
O lançamento da primeira pedra para o arranque da obra aconteceu quinta-feira, numa cerimónia presidida pela vice-governadora de Cabinda para a área Política e Social, Matilde Barros da Lomba, na presença do vice-ministro dos Petróleos, Aníbal Silva.
Matilde da Lomba disse ser um projecto ambicioso, que vai dar cumprimento à política de angolanização no sector petrolífero, bem como combater o desemprego na província.
“O governo da província vai dar todo o seu apoio à concretização deste importante projecto, que, de certo modo, está ligado ao combate à pobreza no país”, disse Da Lomba.
Zeferino Cassa Yombo, mentor do projecto, salientou que o mesmo visa, fundamentalmente, contribuir para o desenvolvimento da região nos vários sectores da vida social, económica e comercial, sobretudo, para a classe empresarial local. 
Numa primeira fase, o Centro de Desenvolvimento do Malembo (CDM) vai ter um condomínio para albergar 1.440 pessoas, numa área de 40 hectares. O local reserva ainda 100 hectares para a zona industrial e o centro de formação e campos de lazer.  Com a construção deste empreendimento, pretende-se acolher os cidadãos estrangeiros que se encontram no campo petrolífero do Malongo, para estarem mais ligados às comunidades e também deixarem o local para serviços de operações de apoio à indústria petrolífera. Até 2012, o projecto CDM vai ter moradias do tipo T2 e T3, para apoio às comunidades e à classe empresarial.
O projecto, um investimento privado, é financiado por uma instituição japonesa denominada “SOJITS”, cujo montante ronda os 800 milhões de dólares.

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