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Figura do doador de sangue foi enaltecida em Cabinda

André Guto | Cabinda

A directora do Centro Nacional de sangue, Luzia Dias, enalteceu na segunda-feira, em Cabinda, a figura do doador de sangue, por ser um elemento que contribui para a salvação de vidas humanas.

Acções de sensibilização estão a fazer com que aumente o número de dadores de sangue
Fotografia: Jornal de Angola

A directora do Centro Nacional de sangue, Luzia Dias, enalteceu na segunda-feira, em Cabinda, a figura do doador de sangue, por ser um elemento que contribui para a salvação de vidas humanas.
Segundo a médica, o sangue é um produto importante em qualquer parte do mundo, daí a necessidade de se prestar maior atenção aos doadores voluntários.
Luzia Dias, que falava por ocasião do 14 de Junho, Dia Mundial do Doador de Sangue, cujo acto nacional decorreu em Cabinda, sob o lema “Sangue novo para o mundo”, acrescentou que o produto doado nos hospitais deve ser seguro, sem possibilidades de transmitir o vírus da Sida ou outras infecções.
A responsável sublinhou que o lema escolhido para assinalar a data é um desafio que representa a juventude angolana, que nos últimos anos tem manifestado cada vez mais interesse em doar sangue.
Luzia Dias frisou que as actividades desenvolvidas nos anos anteriores tiveram um impacto positivo na sensibilização da sociedade para a doação de sangue, que resultou num aumento de doadores voluntários e não remunerados de sangue, em todo o país.
“Os serviços de transfusão sanguínea são muito importantes no sistema nacional do banco de sangue de qualquer país e têm um impacto na redução da mortalidade materno-infantil, que é um dos objectivos do desenvolvimento do milénio” sublinhou.
O doador mais antigo do país, Carlos Octávio, que é voluntário desde 1970, disse que dar sangue é contribuir para o salvamento de vidas humanas e permite ao doador manter-se saudável.
O governador de Cabinda, Mawete João Baptista, que presidiu o acto, felicitou o povo de Cabinda e todos aqueles que consideram a saúde como um elemento fundamental na vida humana.
Mawete João Baptista disse que dar sangue é um acto voluntário e não comercial, por isso, qualquer unidade hospitalar privada que fizer cobrança deve ser condenada e denunciada.

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