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Governadora de Cabinda avalia projectos em Belize

Bernardo Capita | Belize

A governadora provincial de Cabinda, Aldina da Lomba, trabalhou, durante o fim de semana, no município de Belize, para constatar a realidade socioeconómica da localidade.

Governadora insatisfeita com empreiteiros
Fotografia: António Soares| Belize

Aldina da Lomba reuniu-se com os membros do Conselho de Auscultação e Concertação Social do município do Belize, incluindo autoridades tradicionais, religiosas e a classe empresarial.
A governadora provincial aproveitou a oportunidade para apresentar o novo administrador do município, André Ndimba Tati, nomeado há  dois meses.
Aldina da Lomba pediu à população para cooperar com o novo administrador, contribuindo com ideias positivas, visando o rápido desenvolvimento do município.
No prosseguimento da agenda de trabalhos no município de Belize, Aldina da Lomba visitou alguns empreendimentos sociais, com destaque para as 96 casas de tipo T3 já construídas, de um total de 200 previstas, loja comunitária, fontanário e tanque de bombagem de água, cozinha comunitária, micro-aviário e o troço rodoviário entre Nganda Cango e Necuto, em fase de reabilitação.
O vice-governador provincial para o Sector Económico, Romão  Lembe, ao fazer o balanço da visita, disse que a governadora fez uma  apreciação sobre o município e  constatou de perto o grau de implementação de projectos de impacto social.  A governadora provincial, disse Romão  Lembe, recomendou  aos responsáveis da Administração do município o cumprimento rigoroso das normas de contratação de empreiteiros de modo a  evitar os erros cometidos pela anterior Administração Municipal.
Romão Lembe disse que as constatações feitas pela governadora aos empreendimentos sociais em curso no município de Belize “não foram boas”, já que contradizem  os relatórios que recebe da Administração do município, que referem ter havido uma execução física das obras na ordem dos cem por cento, quando na realidade é precisamente o contrário, pois as obras foram já pagas na totalidade sem que antes fossem concluídas.
“Os empresários receberam todo o dinheiro e não concluíram as obras previstas no programa de Combate à Pobreza dos exercícios financeiros de 2013, 2014 e 2015”, revelou o vice-governador provincial Romão Lembe.

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