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Governo contrata empresa

Bernardo Capita| Cabinda

O processo de recolha e tratamento de resíduos sólidos (lixo) produzido na cidade de Cabinda e bairros periféricos vai ser assegurado, a partir dos próximos dias, por uma empresa brasileira, contratada pelo governo da província.

O processo de recolha e tratamento de resíduos sólidos (lixo) produzido na cidade de Cabinda e bairros periféricos vai ser assegurado, a partir dos próximos dias, por uma empresa brasileira, contratada pelo governo da província.
Com efeito, uma delegação composta por quatro especialistas brasileiros em matéria de resíduos sólidos encontra-se desde ontem em Cabinda para fazer o diagnóstico do tratamento a dar ao lixo concentrado na área de Mbaca, arredores da cidade, e estudar as diferentes formas de recolha e tratamento de lixo, de acordo a sua origem, de modo a evitar a proliferação de bactérias que põem em perigo a vida das populações.
Depois da audiência com o governador da província, Mawete João Baptista, que serviu para este descrever a real situação do saneamento básico da cidade de Cabinda, e da estratégia idealizada para a recolha do lixo, Sílvia Marta, engenheira civil e especialista em resíduos sólidos, ligada à empresa MT Engenharia, disse que a técnica a ser aplicada para a recolha de lixo não foge muito daquela que é implementada em vários países desenvolvidos.
Sílvia Marta não descreveu taxativamente o tipo de equipamento a ser empregue nas operações de recolha de lixo, mas foi peremptória em afirmar que devem ser meios convencionais e que a eficácia do processo de recolha e tratamento de resíduos sólidos dependerá muito da colaboração da população.
Referiu ainda que, por falta de um aterro sanitário ou mesmo de uma incineradora, o lixo que é recolhido na cidade de Cabinda e bairros periféricos é depositado a céu aberto na lixeira da aldeia de Mbaca, o que pode constituir perigo.

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