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Jornalistas no combate à anemia falciforme

Leonor Mabiala | Cabinda

Uma campanha de sensibilização sobre a gravidade da anemia falciforme e a necessidade de se realizar o rastreio aos recém-nascidos foi promovidoa pela Associação de Mulheres Jornalistas de Cabinda, em parceria com a Chevron e Baylor College of Medicine do Texas, EUA.

A iniciativa surge no âmbito do Dia Mundial da Anemia Falciforme, assinalado no passado dia 19 A Chevron investiu quatro milhões de dólares para apoiar o programa a nível nacional de rastreio e acompanhamento médico dos doentes de anemia falciforme.
O vice-governador para área política e social, Alberto Paca, considerou a anemia falciforme como um problema de saúde pública. Entre as acções previstas para combater a doença, destacou o melhoramento das condições de diagnóstico e assistência.
Alberto Paca pediu à sociedade civil para promover actividades de sensibilização, com vista a alertar às populações para a existência da doença.  A secretária provincial da Associação de Mulheres Jornalistas de Cabinda, Teresa Neto, disse que o objectivo foi de recolher contribuições para a melhoria da qualidade de vida dos doentes com células falciformes.
A supervisora da Clínica da Chevron em Cabinda, Graça Torres, referiu que o rastreio precoce da doença permite o fácil controlo e tratamento.  
O programa de rastreio e acompanhamento médico dos doentes com anemia falciforme regista, segundo a responsável, 365 crianças afectadas.

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