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Penitenciária do Yabi precisa de mais espaço

ANDRÉ GUTO | Cabinda

Miguel Agostinho, director da unidade prisional do Yabi, na cidade de Cabinda, afirmou que a instituição  regista uma superlotação de reclusos devido ao aumento de crimes na província.

Várias cadeias estão a registar uma superlotação de reclusos devido ao aumento de crimes
Fotografia: Jornal de Angola

Miguel Agostinho, director da unidade prisional do Yabi, na cidade de Cabinda, afirmou que a instituição  regista uma superlotação de reclusos devido ao aumento de crimes na província.
Miguel Agostinho falava num acto alusivo aos 34 anos dos Serviços Prisionais e referiu que a cadeia tem capacidade para 208 reclusos mas actualmente estão presos 568, dos quais 322 detidos e 246 condenados. Deste número 19 são do sexo feminino.
O director da penitenciária referiu que os crimes de furtos, homicídios, roubos, violações, condução ilegal, consumo de estupefacientes e falsificação de documentos são os mais frequentes em Cabinda. Pediu às instituições e à sociedade civil para contactarem a unidade prisional quando necessitarem de mão-de-obra, pois muitos reclusos têm capacidade para trabalhar e isso facilita a sua reinserção social.
Os funcionários da unidade prisional do Yabi e os reclusos saudaram o empenho da direcção da cadeia na contínua melhoria das condições de trabalho e dos prisioneiros.
O delegado em exercício do Ministério do Interior, Francisco Dumbi, disse que o desafio das autoridades de Cabinda é prestarem serviços de qualidade a todos os níveis.
Francisco Dumbi reafirmou a aposta no desenvolvimento e modernização dos serviços prisionais, com a melhoria das condições laborais dos trabalhadores, alojamento, apetrechamento em meios técnicos, viaturas  e qualificação dos seus quadros mediante acções de formação e superação profissional.

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