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Queda de embondeiro destruiu casa

Alberto Coelho |Cabinda

A queda de um embondeiro, no passado sábado, destruiu uma casa no bairro Gika, deixando uma família de 11 pessoas sem tecto.

A queda de um embondeiro, no passado sábado, destruiu uma casa no bairro Gika, deixando uma família de 11 pessoas sem tecto.
O acidente não matou, nem feriu ninguém porque na altura em que aconteceu não estava ninguém em casa.  “Perdemos tudo e estamos a viver em condições de mendicidade. Pedimos que nos ajudem a superar essa situação”, disse, ao Jornal de Angola, a dona da casa.
Além do casal e de quatro filhos, viviam na casa a mãe do proprietário, o irmão e a mulher deste.
A dona da casa vende cervejas e gasosas para sustentar os filhos e o marido desempregado.
Os filhos, disse, deixaram de ir à escola porque perderam todo material e não há condições financeiras para comprar novos livros.
Como a ocasião faz o ladrão, os amigos do alheio aproveitaram para roubar uma das arcas e a botija de gás.  A administração municipal de Cabinda enviou ao local uma equipa para avaliar os danos causados de modo a apoiar a família.
O comandante dos Bombeiros, Francisco Bungo, afirmou que a corporação teve como primeira preocupação dar à família o essencial para a subsistência.
Os Serviços de Protecção Civil e Bombeiros colocaram à disposição da família uma tenda e alguns bens alimentares, como arroz, fuba, óleo alimentar, leite, conservas e um fogão a petróleo.
Os elementos dos Serviços de Protecção Civil estão a limpar o local para ser possível depois construir uma casa no mesmo local se a família assim o entender.

 Vida na aldeia do Caio volta à normalidade

Depois de uma semana atribulada pela destruição de 65 casas pelo temporal que desalojou uma centena de pessoas, a vida volta à normalidade no Caio. Os apoios prometidos para os sinistrados reconstruírem as casas já foram entregues. O regedor do Caio disse, ao Jornal de Angola, que a Chevron ofereceu 3.500 chapas, que foram distribuídas às 66 famílias afectadas.
Foram igualmente distribuídos 250 colchões e igual número de cobertores, barrotes, e pregos, além de bens alimentares.
O regedor Faustino Landazi afirmou que a preocupação de momento se prende com as casas que ficaram completamente destruídas e que só devem ser reconstruídas no Cacimbo. Neste caso, os sinistrados optaram por viver em casas de familiares e vizinhos.

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