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Rastreio em Cabinda da anemia falciforme

Bernardo Capita | Cabinda

Cerca de 20 por cento da população da província de Cabinda, entre eles 1,4 por cento de bebés, é portadora de anemia falciforme, revelou quinta-feira a médica Nicole Bettencourt.

Autoridades têm feito grandes esforços para a redução das complicações da doença
Fotografia: Jornal de Angola

A médica assistente salientou que as autoridades têm feito grandes esforços para a redução das complicações da doença entre a população.
Para isso, há cerca de um ano o Governo Provincial de Cabinda e os serviços médicos da Chevron lançaram um Programa de Rastreio das Células Falciformes, que está a ter resultados positivos, considerou Nicole Bettencourt. A especialista norte-americana, que falava durante a cerimónia de entrega de duas residências e uma viatura pelo Governo Provincial de Cabinda ao corpo clínico do programa de rastreio, avançou que o projecto de redução das complicações desta doença sem cura nos portadores, tem uma adesão significativa da população.
Nicole Bettencourt referiu que o programa de rastreio possibilitou que se diagnosticasse um número considerável de pessoas portadoras de células falciformes nas consultas, fruto da disposição de melhores condições de recursos humanos e materiais de assistência gratuita às comunidades.A técnica de relações públicas da Chevron, Suzana Abreu, considerou o programa de rastreio, no âmbito da parceria entre as autoridades governamentais e a multinacional americana, “uma mais-valia para as comunidades”.
A funcionária sénior da Chevron apelou à população para aderir ao programa de rastreio, que tem grandes benefícios para os portadores. “Vamos continuar a apoiar o programa, sobretudo a prestar uma maior atenção às crianças portadoras de anemia falciforme”, afirmou Suzana Abreu.

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