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Reabertura da cerâmica em Sassa Zau

André Guto | Cabinda

A cerâmica de Sassa Zau em Cabinda, vocacionada para o fabrico de tijolos e telhas, paralisada há mais de 20 anos, vai começar a produzir no primeiro semestre deste ano.

A cerâmica de Sassa Zau em Cabinda, vocacionada para o fabrico de tijolos e telhas, paralisada há mais de 20 anos, vai começar a produzir no primeiro semestre deste ano, garantiu o vice-governador para Área Técnica, Económica e Produtiva António Manuel Gime.
O empreendimento, avaliado em cerca de seis milhões de euros, foi totalmente recuperado pelo governo da província e tem uma capacidade de produção diária de 20 mil tijolos.
Localizada na aldeia de Sassa Zau, comuna de Malembo, a fábrica vai produzir, nesta primeira fase, tijolos. Mais tarde está previsto o fabrico de telhas. A fábrica vai ter 50 operários maioritariamente habitantes da zona.
António Manuel Gime garantiu que antes do final do primeiro semestre os tijolos vão estar à disposição dos clientes. Com o arranque da cerâmica de Sassa Zau, afirma António Manuel Gime, a população de Cabinda vai ver ultrapassados alguns constrangimentos relativamente à aquisição de materiais de construção.
Para o soba da aldeia do Lelo, Silvestre António Tibúrcio, a reabilitação pelo Governo da fábrica de tijolos e de telhas de Sassa Zau constitui uma mais valia para a província e sobretudo para as populações da localidade, já que vai criar mais postos de trabalho.
António Tibúrcio recordou que, no período colonial, a maioria das casas construídas na cidade de Cabinda era coberta de telhas produzidas na cerâmica de Sassa Zau.
A conclusão dos trabalhos de reabilitação da cerâmica de Sassa Zau está prevista para finais de Fevereiro próximo.

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