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Reservas fundiárias estão demoradas

O governador de Cabinda, Mawete João Baptista, disse estar preocupado com o atraso registado na preparação das reservas fundiárias do município sede. Por isso, orientou a contratação de empresas melhor preparadas para executar a tarefa.

Governador de Cabinda, Mawete Baptista
Fotografia: Jornal de Angola

O governador da província de Cabinda disse, na sexta-feira, estar preocupado com o atraso registado na preparação das reservas fundiárias do município sede e orientou a contratação de empresas mais preparadas  para executar a tarefa.
 Mawete João Baptista, que falava aos jornalistas, no final de uma visita às áreas reservadas a sul da cidade de Cabinda, recomendou à Secretaria Provincial do Urbanismo e Ambiente para, rapidamente, em colaboração com as Forças Armadas Angolanas (FAA) iniciar a preparação daquelas áreas, tendo em conta a proximidade de unidades militares nas zonas.
“O trabalho deve ser feito em consonância com as FAA devido aos quartéis que circundam as áreas”, disse, adiantando: “Deve haver delimitação de terrenos para podermos trabalhar com mais celeridade”.
“Há províncias que já estão na fase de vendas dos lotes e em Cabinda ainda estamos a abrir as vias para mais tarde iniciarmos o loteamento”, frisou. Mawete João baptista encarregou o vice-governador para a Área Técnica, António Manuel Gime, de preparar “um­ ­relatório com­ informações sobre os motivos dos atrasos” e “identificar empresas melhor preparadas para o serviço de desbravamento das zonas”. A reserva fundiária da ­regedoria de Subantando ocupa uma área de cerca de 400 hectares.
Além da visita às reservas fundiárias, o governador de Cabinda visitou as obras em curso da auto-estrada que vai ligar Cabassango a Povo Grande, que envolvem a construção de uma ponte sobre o rio Lucola.

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