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Unidades médicas recebem remédios

André Guto| Cabinda

O chefe da secção provincial dos medicamentos e equipamentos em Cabinda, Baptista Sambo, garantiu que as unidades sanitárias têm recursos farmacêuticos suficientes, para atender os pacientes que diariamente acorrem aos seus serviços.

Na província de Cabinda o abastecimento de fármacos é garantido pela Direcção Nacional de Medicamentos
Fotografia: Rafael Taty

O chefe da secção provincial dos medicamentos e equipamentos em Cabinda, Baptista Sambo, garantiu que as unidades sanitárias têm recursos farmacêuticos suficientes, para atender os pacientes que diariamente acorrem aos seus serviços.
A situação que o sector vive decorre dos esforços que o Governo Provincial e a Direcção Nacional de Medicamentos têm empreendido na aquisição de medicamentos.
"O esforço que estas instituições fazem para a aquisição de fármacos essenciais tem possibilitado aos profissionais de saúde exercerem a actividade com eficiência, fornecendo medicamentos a todos os doentes que se dirigem às unidades hospitalares", afirmou.
Baptista Sambo referiu que os hospitais e centros de saúde têm sido abastecidos regularmente para manter o seu bom funcionamento.
De acordo com Baptista Sambo, o abastecimento é feito mediante um plano de necessidades que cada unidade hospitalar apresenta à secção de medicamentos e equipamentos.
Sublinhou que a secção provincial dos medicamentos e equipamentos abastece cinco hospitais, 18 centros de saúde e 54 postos médicos, distribuídos pelos quatro municípios, perfazendo um total de 77 unidades clínicas.
Além do abastecimento em medicamentos que a secção provincial de medicamentos e equipamentos recebe a partir da direcção central, a província conta com três depósitos sustentados pelas importações feitas pelas entidades locais. Baptista Sambo aconselha a população a evitar a aquisição de fármacos em locais inadequados, pelo facto desta prática constituir um risco para a saúde.
Defende que os medicamentos vendidos em qualquer esquina não apresentam condições higiénicas, uma vez que eles estão expostos a altas temperaturas.
No seu entender, a venda de medicamentos não deve ser encarada como um negócio com o único propósito de ganhar dinheiro, mas deve constituir uma actividade que requer responsabilidade de quem a exerce.
"A venda anárquica de medicamentos em locais impróprios, como nos mercados, ruas ou quiosques, deve ser energicamente combatida", afirmou Baptista Sambo. As pessoas que compram medicamentos na rua só agravam as suas doenças, disse Baptista Sambo.
Para inverter o quadro, disse que a secretaria provincial da Saúde tem estado a realizar encontros de sensibilização junto daqueles que exercem a actividade farmacêutica e aos vendedores ambulantes, sobre os cuidados a ter para criarem melhores condições, em termos de infra-estruturas.
A secção provincial de medicamentos e equipamentos controla 40 farmácias, todas localizadas no município de Cabinda,  e os seu responsável apelou aos proprietários de farmácias para que o seu comportamento  "seja adequado às actuais exigências e normas estabelecidas por lei, para que os seus estabelecimentos não sejam encerrados".

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