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Universidade 11 de Novembro prepara oferta de novos cursos

Joaquim Suami | Cabinda

O reitor da Universidade 11 de Novembro, Kianvu Tamu, anunciou ontem, na cidade de Cabinda, a abertura de novos cursos, no próximo ano lectivo.

O reitor da Universidade 11 de Novembro, Kianvu Tamu, anunciou ontem, na cidade de Cabinda, a abertura de novos cursos, no próximo ano lectivo.
Kianvu Tamu, que falava durante as jornadas “Novembro Académico”, que decorrem sob o lema “O papel da universidade no contexto da crise mundial”, salientou que, agora, os estudantes podem frequentar cursos de organização e manutenção industrial, electromecânica, análises clínicas, psicologia clínica, português e inglês.
O reitor referiu que a instituição projecta para o próximo ano académico cursos de extensão universitária de curta duração, com a equivalência de créditos académicos, e a celebração de protocolos para acolhimento dos estudantes que investigam trabalhos do fim de curso e fazem estágios. Kianvu Tamu disse que a Universidade 11 de Novembro está preocupada com o emprego dos seus formandos e por isso cria de condições para satisfazer a sua auto realização no trabalho.
A ministra do Comércio, Idalina Valente, presente nas jornadas “Novembro Académico” exortou as universidades angolanas a servirem de fontes de reflexão crítica e do reforço das análises sociais, com vista ao estabelecimento de um quadro político e institucional virado para o desenvolvimento humano, a partir da integração de estratégias multidisciplinares.
Idalina Valente, que discursava na cerimónia de abertura das jornadas da Universidade 11 de Novembro referiu que a ciência, a tecnologia e o progresso têm um papel fundamental na transformação económica e social, por isso é necessário dominar e orientar o conhecimento em função das diversidades sociais do país.
A ministra assegurou que as universidades desempenham um papel importante na pesquisa e inovação, no acesso ao conhecimento e à propriedade intelectual, que deve ser efectuada através de uma participação activa na análise de políticas formuladas pelo Executivo, dos seus métodos de execução e na sua instrumentalização no impacto da vida das populações.
Idalina Valente afirmou ainda que a actual crise mundial obriga os países a adoptar novas políticas sociais, financeiras e económicas para atingirem o desenvolvimento. Defendeu a necessidade de todos estarem preparados para o amortecimento dos impactos da crise que afectam a vida social e económica do país, para que os angolanos possam competir num território de mais avalia e não de baixo custos.

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