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Cabinda tem fábrica de oxigénio e acetileno

Leonor Mabiala | Cabinda

A província de Cabinda conta, desde terça-feira, com uma fábrica de produção e enchimento de oxigénio e acetileno, para apoiar as empresas petrolíferas, de construção civil, hospitais e oficinas de bate-chapa.

 

A província de Cabinda conta, desde terça-feira, com uma fábrica de produção e enchimento de oxigénio e acetileno, para apoiar as empresas petrolíferas, de construção civil, hospitais e oficinas de bate-chapa.
Orçada em 300 mil dólares, a fábrica, das Organizações
MASI, tem capacidade para produzir 200 garrafas de oxigénio e 60 de acetileno por dia.
A unidade fabril está localizada no centro da cidade e conta com uma força de trabalho de 27 operários, entre eles três expatriados de nacionalidade chinesa.
O vice-governador para o sector empresarial privado, Macário Lembe, disse que o empreendimento constitui uma mais-valia para a região, visto que os produtos a serem produzidos são de extrema importância na actividade económica da província e do país.
Macário Lembe acrescentou que o oxigénio e o acetileno são substâncias utilizadas em trabalhos ligados ao tratamento de metais. Por isso, a implantação da fábrica na província vai atenuar as dificuldades que se registavam na importação dos referidos produtos.     
O administrador da fábrica, Joel Bumba, disse que uma das estratégias da unidade fabril é fazer com que se reduzam os custos em termos de aquisição dos referidos produtos a nível local. Acrescentou que a aquisição desses produtos era por via das vizinhas repúblicas do Congo Democrático e Congo Brazzaville.
Joel Bumba assegurou que a fábrica vai oferecer “preços mais baixos”, em relação aos praticados no circuito informal, para que os clientes, como bate-chapas, possam prestar um serviço de baixo custo.

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