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Casos de litígios familiares devido ao excesso de álcool

Adelaide Mualimusi | Môngua

O comité no Cuanhama da Organização da Mulher Angolana (OMA) regista diariamente dois a três casos de mulheres, algumas grávidas, envolvidas em litígios causados pelo consumo de bebidas alcoólicas, disse, em Ohakaonde, a sua secretária.

Salomé Taveya sugeriu às mulheres que incentivem as boas maneiras na família e afirmou que a visita à localidade se enquadrava nas comemorações do “Março Mulher”
A dirigente  municipal da OMA referiu que a visita servia também para o estabelecimento de um contacto directo com as mulheres rurais, que têm um papel importante no desenvolvimento social e económico. Um lar deturpado, salientou, pode reflectir-se em actos de agressividade, vandalismo, abandono escolar, trabalho, prostituição infantil e consumo de drogas por parte dos filhos.
Os jovens e crianças que ingerem bebidas alcoólicas, disse, fazem-no por não terem o acompanhamento que deviam dos familiares, que devem estar unidos para os proteger. A primeira secretária municipal da OMA pediu às autoridades mais apoio e realçou a importância de se realizarem mais cursos de alfabetização para ajudar as mulheres. Salomé Taveya anunciou que a OMA tem 1.049 militantes no município do Cuanhama.

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