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Casos de paludismo tendem a aumentar

Jaquelino Figueiredo

Pelo menos 62.310 casos de malária, dos quais mais de 160 terminaram em óbitos,  foram registados no mês passado no município do Soyo, província do Zaire, o que preocupa as autoridades administrativas e sanitárias locais, disse, ao “Jornal de Angola”, o director municipal de repartição da Saúde.

De acordo com Pedro Lussukamu, só nos primeiros 30 dias do corrente ano, a região do Soyo registou 62.310 casos de malária, que correspondem a um aumento de 13,68 por cento, contra os mais de 54 mil verificados no período homólogo de 2017.
“A nível do município verificamos que houve um aumento de 13,68 por cento comparativamente ao ano passado, em que registamos cerca de 54.000 casos de malária confirmados. Até agora estamos em 62.310 casos de malária, só no princípio do ano”, acrescentou. Em função da realidade que a região vive, as autoridades administrativas e sanitárias realizam campanhas de fumigação em todos os bairros do município, no sentido de prevenir cada vez mais o aumento de casos de malária e eventualmente mais de óbitos.
As autoridades sanitárias realizam uma  campanha de fumigação intensiva a nível da cidade e no bairro Kukala-Kiaku, tido como o foco de mosquitos da região, segundo garantiu Pedro Lussukamu.
“Vamos realizar a campanha de fumigação de forma intensiva, em toda a cidade, para depois estendermos o processo nas comunas”, acrescentou. Pedro Lussukamu garantiu que a sua direcção dispõe de medicamentos suficientes para acudir todo o tipo de casos que vierem a surgir na região.

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