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Centenas são inseridos no mercado de emprego

Venâncio Víctor | Malanje

Pelo menos 174 jovens de ambos os sexos formados em centros públicos e privados de formação profissional da Maxinde e nos pavilhões de artes e ofícios dos municípios de Calandula e Kangandala, afectos à direcção da Administração Pública,

Trabalho e Segurança Social, na província de Malanje, foram inseridos no mercado de trabalho, no primeiro semestre deste ano.
O director provincial em exercício da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, Osvaldo Manuel, que balanceava ontem as actividades desenvolvidas durante o primeiro semestre, acrescentou que os jovens recém-formados foram inseridos em diversos sectores da vida socioeconómica da província de Malanje.
A formação foi grátis e durou nove meses, tendo sido ministrados cursos técnicos profissionais, nas especialidades de alvenaria, canalização, corte e costura, electricidade, informática, contabilidade, frio, serralharia, contabilidade e mecânica.
No domínio do emprego e auto-emprego, de acordo ainda com o responsável, são controladas 604 empresas, distribuídas pelos sectores da hotelaria e turismo, indústria, saúde (postos de saúde e farmácias), fazendas e cooperativas agrícolas, caixilharias, carpintarias e serralharias. No período em balanço houve mais de mil solicitações de emprego, para uma oferta de 174, cedidos pelos parceiros sociais da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, segundo Osvaldo Manuel, tendo aconselhado os formandos a inscreverem-se nos centros de emprego, para que, na eventualidade de anúncios de vagas por entidades empregadoras, serem encaminhados para os locais de trabalho.
O director disse que para o segundo semestre estão matriculados 624 formandos, dos quais 506 homens, que frequentam os cursos acima referenciados. Destacou ainda a realização de uma série de palestras no âmbito da divulgação da legislação da função pública em diversas instituições públicas e privadas. No mesmo período foram registados 33 pedidos de resolução de conflitos laborais, tendo sido resolvidos 16 casos, dos quais 15 a favor do trabalhador, o que resultou na indemnização de mais de dois milhões de kwanzas.
Um dos aspectos que preocupam a referida direcção tem a ver com a falta de cultura das entidades empregadoras no atendimento ao público, principalmente nas instituições privadas, o que passa pela elaboração de uma pauta deontológica, para os cidadãos perderem a credibilidade nas instituições.

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