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Centros de formação ilegais

O Bié tem centros de formação ilegais em funcionamento, denunciou, ontem, no Cuito, a directora do Instituto Nacional de Formação Profissional (INEFOP), Ester Faria.

Sem avançar o número e os nomes dos centros nessas condições, a responsável disse que o problema tem sido notificado quando os utentes procuram a sua instituição para a homologação dos certificados. Segundo Ester Faria, apenas duas entidades estão autorizadas a prestar formação profissional (Ressot e Chamuanga), ambas na capital da província.
Ester Faria frisou que a formação profissional nunca deve ser exercida de forma aleatória, mas seguir os trâmites legais da Constituição da República, tendo desencorajando as práticas ligadas a burlas e extorsão de valores.
De acordo com a responsável, o INEFOP tem estado a sensibilizar a juventude no sentido de não aderir aos centros ilegais. “Está em curso a legalização de mais um centro denominado Flenege”, revelou. O INEFOP tem centros e pavilhões de artes e ofícios, bem como unidades móveis nos municípios do Cuito, Camacupa, Andulo e Nhârea. Desde o início do processo de formação profissional em 1998, a instituição formou mais de dez mil jovens nas especialidades de informática, carpintaria, serralharia, alvenaria, contabilidade, culinária, mecânica-auto e electricidade.

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