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Chuva desaloja famílias na cidade de Cabinda

Pedro Suculate

Pelo menos 1.314 pessoas, de 827 famílias, ficaram sem casa em consequência das fortes chuvas que se abateram sobre a cidade de Cabinda nos três últimos meses, se-gundo o comandante adjunto do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros.

Nos últimos três meses a chuva causou vários danos em Cabinda
Fotografia: Rafael Tati| Edições Novembro | Cabinda

Alberto Lubota, que falava durante o acto de apresentação do novo comandante provincial do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, esclareceu que durante o período em referência as chuvas causaram um morto, a destruição de 67 casas e a inundação de 103.
De acordo com o segundo comandante provincial do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, a instituição, no âmbito das suas responsabilidades de protecção à população contra as calamidades e catástrofes naturais, re-gistou 657 residências em zonas de risco. Acrescentou ainda que foram registados pelo Serviço de Protecção Civil e Bombeiros 48 incêndios de pequenas proporções, o que resultou em danos pa-trimoniais e humanos (um morto e seis feridos). Os danos materiais  ficaram avaliados em 12 milhões e quinhentos mil kwanzas.
Durante o período em referência registaram-se ainda 24 casos de afogamento em consequência de naufrágios de pequenas embarcações de pesca artesanal e em ba-nhistas, com o resgate de 19 pessoas com vida e cinco mortes. O novo comandante provincial do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, superintendente Henrique Capita, disse,  no acto da sua apresentação aos efectivos,  que durante o seu mandato vai dedicar maior atenção às acções profiláticas, para prevenir situações menos boas e para elevar os níveis de sentimento de segurança no seio da população.
“A principal linha de força do meu mandato é elevar os níveis de sentimento de segurança no seio da população, através de acções profiláticas, tendo sempre presente a disciplina e a organização, como pressupostos importantes para o êxito da missão”.

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