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Cidade de Cabinda inundada de produtos da época

Bernardo Capita, Leonor Mabiala e André Guto| Cabinda

A cidade de Cabinda regista um grande movimento nos estabelecimentos comercias. Milhares de pessoas compram os produtos tradicionais da época.

Nos estabelecimentos comerciais da cidade de Cabinda existem produtos para a comercialização durante o período da quadra festiva
Fotografia: Dombele Bernardo

Os gostos diferem de cliente para cliente. Os produtos da cesta básica como feijão, açucar,arroz, leite integral, sabão e oleo alimentar esão os mais procurados. Mas logo a seguir estão os produtos para ceia de Natal e fim de ano: bacalhau, azeite doce, batata, refrigerantes, vinhos  e bebidas espirituosas.
Os preços são compativeis e vão de encontro às capacidades financeiras de cada consumidor. Em todos os estabelecimentos comerciais da cidade existem produtos para comercialização durante o período da quadra festiva, estando fora de hipótese a rotura de stoks.
Os principais centros comerciais da cidade, OSS, Simbila e Nosso Super apresentam uma diversidade de produtos importados e de produção nacional.
 O supervisor do supermercado Símbila, Patrick Daniel, garantiu que o seu estabelecimento comercial tem produtos suficientes para o atendimento aos clientes durante a quadra festiva e até mesmo para aguentar até no  primeiro trimestre de 2014.
Maria Teresa, funcionária publicoa, mãe de dois filhos foi ao supermercado OSS fazer as compras descontraída por ter já adqurido a maior parte dos produtos, duas  semanas antes da Consoada. Assim evitou embaraços de última hora e a especulação dos comerciantes que esta altura do “campeonato” procuram vender os seus produtos apreços exorbitantes.
“É sempre melhor fazer as compras muito antes do périodo festivo para evitar a agitação e a especulação nos preços”, disse Maria Teresa para quem tudo se tornou muito mais fácil em virtude de ter recebido cedo o salário e o subsídio de Natal. O feijão, arroz, leite, açúcar, batata, carne de vaca, de porco, frango rijo e mole, coxa, entrecosto, bacalhau, margarina, ovos, farinha de trigo, óleo vegetal, azeite doce e cerveja, refrigerantes, vinhos e bebidas espirutosas são os produtos que mais estão a ser vendidos, seguindo-se os electrodomésticos, brinquedos e mobílias.

Preços compatíveis

Os preços são compativeis e não há muita alteração nos estabelecimentos comercais da cidade. O bacalhau custa 1.500 kwanzas o quilo, frango rijo 450 kwanzas , o  mole está a ser vendido a 500 kwanzas. Carne de vaca 1.800 kwanzas o quilo, garrafão de vinho tinto 1.700 kwanzas, óleo vegetal 250 kwanzas, azeite doce 1.100 kwanzas, grade de gasosa 1.250 kwanzas, grande de cerveja 2.200 kwanzas saco de batata importada de 25 quilos 2.350 kwanzas enquanto a batata de produção nacional custa 1. 900 kwanzas.
 A par dos centros comerciais, armazens, lojas e cantinas espalhadas um pouco por toda a cidade também existem os grandes mercadosde São Pedro e Cabassango, com variadissima gama de artigos desde os géneros alimenticios a roupas, electrodomésticos, calçado e produtos do campo. Aí os preços são flexiveis, podendo o interessado beneficiar de um desconto sempre que tiver “bagagem” para discutir com o vendedor.
 Por esta altura os produtos do campo como o tomate, pepino, repolho, batata doce, feijão manteiga, cebola, farinha musseque, mandioca, cenoura e banana pão e os de origem animal como carne « de vaca, suina, caprina são os mais comercializados.
O comerciante  Francisco Louqui Puati agradeceu aos Serviços das Alfândegas e Porto  de Cabinda pela contribuito prestado, que permitiu a descarga com celeridade da mercadoria.

Salários garantidos


O secretário provincial da Secretaria da Administração Pública Trabalho e Segurança Social, Victor do Espírito Santo, afirmou que os trabalhadores da função pública e do sector privado em Cabinda, receberam os seus ordenados e o subsídio de Natal dentro dos prazos estabelecidos por lei.
 “A província de Cabinda nunca teve problemas de atraso nos pagamentos dos salários na quadra festiva, os trabalhadores sempre recebem os seus ordenados a tempo e horas para que consigam comprar os produtos do Natal sem dificuldades” disse.

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