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Combate à pobreza continua na ordem do dia

O vice-governador provincial de Malange para o Sector Político e Social, Manuel Campo, garantiu ontem, nesta cidade, a execução de políticas para a redução dos níveis de pobreza na população da província.

Muitos angolanos vivem em condições de pobreza em resultado do conflito armado
Fotografia: Jornal de Angola

O vice-governador, que falava durante uma palestra sobre “A Visão Estratégica do Presidente da República no Combate à Fome e à Pobreza”, dirigida a oficiais, sargentos e praças do Comando da 2ª Divisão de Infantaria da Região Militar Norte, disse que as estruturas governativas provinciais pretendem reduzir a pobreza até 50 por cento.
Manuel Campo reconheceu haver ainda muitos angolanos a viverem em condições de extrema pobreza, em resultado do conflito armado que assolou o país durante mais de trinta anos, mas referiu que o Executivo aprovou um Programa Nacional de Combate à Fome e à Pobreza que contempla o apoio ao reassentamento dos refugiados, a criação de condições de segurança e estabilidade com a desminagem das terras, o relançamento da produção interna e do comércio rural, a redução das taxas de analfabetismo e a formação de quadros.  De acordo com o vice-governador da província de Malange, graças à visão estratégica do Presidente da República foi possível reabilitar e construir mais de 12 mil quilómetros de estradas em todo o país entre 2002 a 2012, uma realidade que garante a livre circulação de pessoas e bens entre municípios e  províncias, e foi aumentado o acesso dos angolanos à água potável e à energia, com a reabilitação e construção de sistemas de captação e de centrais hidroeléctricas.
Manuel Campo defendeu a participação de todos os cidadãos na concretização do Programa de Combate à Fome e à Pobreza, que já permitiu a construção de cerca de 350 mil fogos habitacionais em todo o país.

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