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Combate à violência doméstica exige a mudança de mentalidade

A secretária provincial adjunta do Kwanza-Norte da Organização da Mulher Angolana (OMA), Santa Simão Pedro, solicitou, na semana finda, em Ndalatando, o envolvimento da sociedade na definição de políticas que favoreçam as mudanças de mentalidade no seio das famílias, visando o combate a todas as formas de violência contra a mulher.

A secretária provincial adjunta do Kwanza-Norte da Organização da Mulher Angolana (OMA), Santa Simão Pedro, solicitou, na semana finda, em Ndalatando, o envolvimento da sociedade na definição de políticas que favoreçam as mudanças de mentalidade no seio das famílias, visando o combate a todas as formas de violência contra a mulher.
A responsável da organização feminina do MPLA falava na abertura das jornadas dos 16 dias de activismo para a “Não Violência contra a Mulher”, tendo ressaltado a necessidade do respeito das convenções internacionais sobre os direitos humanos das mulheres em prol da democracia e da justiça social. Destacou igualmente a importância da aplicação dos instrumentos legais para o restabelecimento do bem-estar das famílias e a redução de casos de violência contra as mulheres.
Santa Simão Pedro lembrou os feitos das irmãs Mira Bau presas e assassinadas na década de 60 por se oporem ao regime ditatorial de Trujillo, na Colômbia, devido à sua actividade revolucionária em prol da democracia e da justiça social, consideradas, também, símbolos do movimento mundial feminista.
As jornadas decorrem, este ano, sob o lema “Podemos Acabar com a Violência contra as Mulheres” e contemplam a realização de várias actividades que visam a denúncia da violência no género, violência doméstica, sexual, incluindo a tortura e o abuso contra a mulher em várias regiões do mundo.

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