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Comboio do CFB chega a Camacupa

Delfina Victorino| Cuito

Um comboio experimental do Caminho-de-Ferro de Benguela (CFB) partiu, na manhã de ontem, da província do Huambo até à ponte do rio Kwanza, no município de Camacupa, Bié.
A comitiva a bordo da locomotiva, sob a coordenação do presidente do Conselho de Administração dos Caminhos-de-Ferro de Angola (CFA), Carlos Gomes, foi recebida pelo vice-governador da província do Bié para a área técnica, Andrade Adolfo.

Os comboios de passageiros e de mercadorias podem em breve circular diariamente
Fotografia: Jornal de Angola

Um comboio experimental do Caminho-de-Ferro de Benguela (CFB) partiu, na manhã de ontem, da província do Huambo até à ponte do rio Kwanza, no município de Camacupa, Bié.
A comitiva a bordo da locomotiva, sob a coordenação do presidente do Conselho de Administração dos Caminhos-de-Ferro de Angola (CFA), Carlos Gomes, foi recebida pelo vice-governador da província do Bié para a área técnica, Andrade Adolfo.
Os responsáveis da empresa dos Caminhos-de-Ferro aproveitaram a viagem para efectuar avaliações nas estações de comboio dos municípios do Chinguar, Cuito e Camacupa e da comuna do Cunje.
O director nacional dos CFA, Júlio Bango, salientou que em breve os comboios de passageiros e de mercadorias podem circular diariamente a nível daquela região, tão logo os trabalhos sejam concluídos.
Júlio Bango salientou que os referidos trabalhos de reconstrução das obras do caminho-de-ferro vão desde a colocação da plataforma, implantação da linha e seu tratamento, bem como a palastragem e o seu rolamento. No município do Cunhinga verificou-se a existência de 18 vagões destinados para os troços do Cutato, onde há necessidade de se fazer o alastramento e, depois, o ataque pesado.
Júlio Bango disse que algumas brigadas manuais estão a adiantar outros tipos de trabalho e, uma vez concluídos, há o aval da circulação do comboio de passageiros.
Em relação ao término dos trabalhos, o director nacional dos Caminhos-de-Ferro de Angola afirmou que se deve acertar com o empreiteiro, devido às chuvas que se abatem na região centro do país.
Neste sentido, há reuniões com o empreiteiro, fiscal de obras e as autoridades governamentais, para abordar assuntos técnicos ligados à conclusão da empreitada. São questões que a comitiva aproveitou para abordar durante os trabalhos na província. “ Portanto a situação está controlada”.

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