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Consumo de sal não iodizado preocupa autoridades sanitárias

A falta de iodo no sal consumido pela população na província da Huíla está a preocupar as autoridades sanitárias locais, disse a chefe do Departamento de Saúde Pública e Controlo de Endemias.

A falta de iodo no sal consumido pela população na província da Huíla está a preocupar as autoridades sanitárias locais, disse a chefe do Departamento de Saúde Pública e Controlo de Endemias.
 Judite Santos Rocheta revelou que a Direcção da Saúde realizou uma pesquisa com 250 amostras do sal usado em diferentes municípios da província e que depois de analisadas se concluiu que “50 por cento da população na Huíla consome o produto sem condições para o ser humano”.
 Judite Rocheta disse que o consumo do sal não iodizado tem provocado doenças, como o bócio (caracterizado por inchaço no pescoço), desnutrição, perda de memória, abortos e impotência sexual.
 A responsável referiu que a Direcção da Saúde vai continuar a realizar pesquisas para determinar o número de pessoas que consomem o sal iodizado e as que usam o não iodizado.
A maior parte do sal não iodizado, frisou, é comercializado nos mercados paralelos, onde pessoas sem qualquer conhecimento o compram e, posteriormente, têm complicações de saúde, sem saber a origem.

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