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Alunos da comuna do Chiedi têm nova escola

Dionísio David | Chiedi

A população da comuna do Chiedi, 15 quilómetros da sede municipal de Namacunde, conta a partir de agora com uma escola do primeiro ciclo do ensino secundário, para albergar mais de 800 alunos em três períodos.

Muitas crianças vão conseguir ingressar no primeiro ciclo do ensino secundário a nível das comunidades do Chiedi
Fotografia: Arão Martins

Com seis salas de aulas, a escola “22 de Novembro”, inaugurada pelo vice-governador para o sector Económico, António dos Santos Candeiro, no quadro do programa de expansão da rede escolar naquela parcela da província do Cunene, custou aos cofres do Estado 55 mil milhões de kwanzas.
António Candeiro sublinhou que a construção da escola visa colmatar o défice de infra-estruturas do ensino que se faz sentir na comuna do Chiedi, dando a oportunidade dos alunos estudarem na localidade, pela primeira vez, o primeiro ciclo do ensino secundário.
O vice-governador provincial disse que as autoridades governamentais estão empenhadas na extensão da rede escolar em todo o território do Cunene, para dar resposta à uma das principais necessidades da população. Garantiu ainda que esforços vão continuar a ser envidados para que se construam mais escolas e alargar a rede escolar, no sentido de permitir que mais alunos possam ingressar no sistema normal de ensino.
O vice-governador chamou a atenção dos alunos, professores e as autoridades locais para a necessidade de se preservar a infra-estrutura posta à sua disposição, com vista a facilitar que a mesma sirva os objectivos pelos quais foi construída.
O director da Educação, Ciência e Tecnologia, Lúcio Ndinoiti, assegurou que a extensão da rede escolar na província está enquadrada no programa de governação para o período de 2013 a 2017, no qual está prevista a expansão do ensino secundário em todas as sedes comunais.
Lúcio Ndinoiti acrescentou que até ao fim do ano lectivo vão ser ainda inauguradas outras escolas do mesmo nível em várias  localidades da província.
O responsável adiantou que a implementação dos projectos do ensino secundário nas sedes comunais é um programa que vai ser reforçado, tendo em conta que o conflito armado na região criou um certo atraso no sector do ensino.

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