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Aumentam os casos de paludismo

O número de pessoas infectadas com malária na província do Cunene aumentou, no primeiro trimestre deste ano, para 11.354 casos, mais 2.944 comparativamente a 2013, em que se registaram 8.410 casos, informou o oficial do Programa de Combate à doença na província.

A província não recebeu este ano mosquiteiros impregnados o que faz aumentar os casos de pauludismo
Fotografia: Dombele Bernardo

Zeferino Meya disse que o número de óbitos causados pela doença, no primeiro trimestre deste ano, baixou para 66, menos cinco que em igual período do ano anterior. Dos casos diagnosticados, 5.768 foram em crianças menores de cinco anos, 5.586 em adultos e 205 em mulheres grávidas.
 “Muitos dos óbitos aconteceram devido à chegada tardia dos pacientes ao hospital, pelo que a população deve saber que o paludismo não se cura com tratamento  tradicional, o melhor é dirigir-se com urgência à unidade sanitária mais próxima para receber o melhor tratamento”, afirmou. Zeferino Meya explicou que para combater a malária é imperativo a existência de um saneamento capaz de fazer face à falta de higiene individual e colectiva, que é ainda um dos grandes problemas para a área da saúde a nível das comunidades da região. O Programa de Combate à Malária na província do Cunene vai continuar a promover palestras e a distribuir panfletos sobretudo às comunidades das zonas rurais para  esclarecer a população  sobre a transmissão e prevenção do paludismo.
Zeferino Meya referiu que a província este ano não recebeu mosquiteiros, daí o aumento de casos de paludismo.

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