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Bebé abandonada em Ondjiva após a morte da mãe no hospital

Quinito Kañhameni | Ondjiva

Um bebé do sexo masculino, com um mês de vida, foi abandonado pelos familiares no Hospital Geral de Ondjiva, depois da morte da mãe, soube o Jornal de Angola.

Unidades sanitárias registam muitos casos de abondono de crianças
Fotografia: Jornal de Angola

Um bebé do sexo masculino, com um mês de vida, foi abandonado pelos familiares no Hospital Geral de Ondjiva, depois da morte da mãe, soube o Jornal de Angola.
As enfermeiras do hospital disseram que o bebé nasceu com baixo peso e permaneceu no berçário até ganhar peso suficiente.
Depois da morte da mãe nenhum familiar apareceu, permanecendo a criança sob os cuidados do hospital, que presta assistência alimentar, em vestuário e medicamentos, até que apareçam as pessoas próximas ao bebé.
 “A criança aparenta boa saúde e conta com a solidariedade dos técnicos”, disse uma enfermeira.

Donativo de mulheres da associação de polícias

Crianças internadas na pediatria do Hospital Geral de Ondjiva, província do Cunene, receberam ontem um donativo composto por bens alimentares e material higiénico, da Associação de Apoio à Mulher Polícia (AAMPA), no âmbito da jornada Março Mulher.
Entre os produtos doados, saliente-se, constam bolacha, fruta em calda, sumos diversos, sabão e fraldas descartáveis.
A coordenadora da AAMPA, intendente Maria Matias do Céu, que procedeu à entrega do donativo, reconheceu que a quantidade entregue não satisfaz na totalidade as necessidades das crianças internadas na pediatria de Ondjiva, mas podem minimizar as com que a instituição se debate.
A oficial superior da polícia acrescentou que actividades do género são também realizadas no centro prisional do Péu-Péu e que está prevista uma visita ao município de Ombadja.
“A AAMPA continua com acções idênticas, para apoiar mais pessoas necessitadas”, sublinhou Maria do Céu, cuja instituição controla mais de 375 membros dos diversos órgãos do Ministério do Interior. A directora administrativa do Hospital Geral de Ondjiva, Custódia Ndadalayo, agradeceu a iniciativa das mulheres polícias e pediu aos outros actores sociais a seguirem o exemplo, para minimizar as dificuldades das pessoas que mais precisam.
A responsáveladministrativa  disse que o hospital tem vindo a receber, nos últimos anos, ajuda de igrejas, associações juvenis, Organizações Não-Governamentais, entre outras.

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