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Chuvas abundantes em Ondjiva forçaram a interrupção de aulas

Adelaide Mualimusi | Ondjiva

As aulas na escola primária nº122, na cidade de Ondjiva, província do Cunene, estão paralisadas há já duas semanas, em consequência das fortes chuvas que se fazem sentir na região, lamentou ontem o director da instituição de ensino.

Escolas inundadas comprometem aulas
Fotografia: Edições Novembro

Eusébio Silenguifa referiu que as enxurradas, que caíram nos últimos dias na cidade de Ondjiva, inundaram a escola, o que impossibilita o avanço das aulas da iniciação à sexta classe.
Em função da situação, o director da escola avançou que já lançou um apelo à Administração Municipal do Cuanhama, para que se encontre uma solução de forma urgente.
“Queremos uma intervenção rápido das autoridades, para que as crianças voltem às aulas, numa altura em que se aproxima o período das primeiras provas do trimestre”, salienta o director da escola.
Eusébio Silenguifa sugeriu um estudo de viabilidade, para que a instituição escolar e aquela zona não voltem, nos próximos anos, a enfrentar o mesmo problema.
O director da escola aponta mesmo para grandes intervenções, uma vez que os trabalhos de remoção de água por meio de motobombas minimizam, mas não resolvem o problema na totalidade. “Quando voltar a chover, as águas inundam outra vez a escola, por falta de escoamento, daí a necessidade de fazer-se um trabalho de maior relevância”, realçou o responsável académico.
“E preciso uma solução adequada, porque se for para puxar a água com uma motobomba, quando voltar a chover, o problema vai continuar e já há uma semana que não entro no gabinete por estar inundado por falta de escoamento”, explicou o responsável. A escola nº 122, tem sete salas de aula, gabinete do director, secretaria, duas casas de banho e conta com 846 alunos matriculados.

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