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Construção de moradias para sinistrados arranca em Janeiro

Adelaide Mualimusi|Ondjiva

Um total de 1.600 casas sociais destinadas a albergar as vítimas das cheias que assolaram a província do Cunene nos últimos três anos, começam a ser construídas em Janeiro do próximo ano.

Um total de 1.600 casas sociais destinadas a albergar as vítimas das cheias que assolaram a província do Cunene nos últimos três anos, começam a ser construídas em Janeiro do próximo ano.
A primeira pedra para construção das residências na localidade de Nahumba, arredores da cidade de Ondjiva - num espaço de 267 hectares, foi lançada quarta-feira pelo governador António Didalelwa.
Na ocasião, o governador disse que o executivo local está preocupado com a  necessidade da população adquirir casa própria. “Estamos convictos de que para os sinistrados, este acto representa um grande passo na solução do seu problema habitacional” - afirma. O governante salientou que a construção dessas residências vai garantir melhores condições de habitabilidade aos beneficiários e evitar que as populações continuem a viver em situações de risco. Saliente-se, que os sinistrados foram provisoriamente alojados em centros de acolhimento da cidade de Ondjiva.
O responsável pela empresa “Caluchad Grupo”, Francisco Silva Carapeta, assegurou no acto da assinatura dos termos de contracto, que os seis meses aprazados para a conclusão dos trabalhos vão ser cumpridos. O Governo esteve representado no acto de assinatura, pelo director provincial do Ordenamento do Território, Urbanismo e Ambiente, Cláudio Conjassili.
Dividido em espaços diferentes, o projecto a implantar em Nahumba I, conta com 835 lotes numa área de 118 hectares – enquanto que o de Nahumba II com 1.320 lotes, conta com 149 hectares.

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