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Cooperativas agro-pecuárias do país devem ter capacidade organizativa

Delaide Mualimusi| Ondjiva

O presidente da Confederação Nacional de Camponeses e Cooperativas Agro-pecuárias defendeu, quinta-feira, no Cunene, a necessidade de haver capacidade organizativa das cooperativas agro-pecuárias.

O presidente da Confederação Nacional de Camponeses e Cooperativas Agro-pecuárias defendeu, quinta-feira, no Cunene, a necessidade de haver capacidade organizativa das cooperativas agro-pecuárias, por serem instituições onde são comercializados melhor os produtos nacionais.
Paulo Wime, que discursava na IV assembleia da organização, realizada na cidade de Ondjiva, mostrou-se satisfeito com as contribuições que os camponeses e agro-pecuários apresentaram durante o encontro. No encontro, Paulo Wime analisou com a direcção executiva provincial da UNACA no Cunene o grau de execução das actividades do sector e as condições para a realização da próxima assembleia.
Na assembleia, que decorreu sob o lema “Combate à fome e redução da pobreza”, os participantes, em número de 25, analisaram os relatórios da assembleia de balanço e renovação de mandatos e de contas de 2008/2010 e o plano de actividades do biénio 2010/2011. O encontro fez também uma abordagem à volta do sistema de concessão de micro-créditos aos camponeses.
“O governo disponibilizou as verbas. É só os camponeses produzirem mais para conseguirem o crédito”, assegurou Paulo Wime.
Na sessão de abertura, o director provincial do Cunene da Agricultura, Pedro Pacavira, afirmou que a UNACA deve jogar um papel importante na execução do regulamento do crédito agrícola.

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