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Especialistas da Mandume Yandemufayo realizam estudo científico sobre a doença

 Médicos, biólogos, botânicos e agrónomos da Universidade Rei Mandume Yandemufayo realizaram, na sexta-feira, em Mufitonene, arredores da cidade Ondjiva, um estudo científico sobre famílias com má-formação congénita, com vista à identificação das causas. 

Médicos, biólogos, botânicos e agrónomos da Universidade Rei Mandume Yandemufayo realizaram, na sexta-feira, em Mufitonene, arredores da cidade Ondjiva, um estudo científico sobre famílias com má-formação congénita, com vista à identificação das causas.
O vice-reitor da Universidade, José Luís Alexandre, disse que o estudo preliminar pretendeu colher informações precisas sobre famílias afectadas pela enfermidade para a criação de uma base de dados sobre a situação.
“Viemos obter imagens e entrevistar os membros da comunidade para juntarmos estes elementos às informações que obtivemos, em Setembro, na nossa última visita a este local”, afirmou.
O estudo preliminar, referiu, vai permitir realizar um projecto ambicioso a ser apresentado ao governo provincial do Cunene para se fazer, a médio e longo prazo, uma investigação profunda para traçar os objectivos no acompanhamento das novas gerações que nascem sem o problema.
O projecto, sublinhou, vai necessitar de investimentos para compra de instrumentos laboratoriais para a realização de análises sanguíneas que possam dar uma resposta sobre a intensificação doença.
“Trabalhos do género foram feitos, no sábado, na localidade de Namahaka, comuna de Nehone, onde existem outras famílias afectadas pela má-formação congénita”, disse.
As famílias atingidas pela doença, 92 pessoas ao todo, vivem com dificuldades e o pouco que possuem é fruto da intervenção da Direcção Provincial do Cunene da Assistência e Reinserção Social. 

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