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Falta de reagentes dificulta assistência

A falta de reagentes para análises laboratoriais e de material gastável a nível do Hospital Geral de Ondjiva está a causar grandes constrangimentos na assistência médica e medicamentosa dos pacientes que acorrem à instituição hospitalar.

O director do hospital, Fernando Shomongula, disse que, nos últimos tempos, a unidade tem enfrentado uma enorme falta de reagentes para análises e meios gastáveis como seringas, luvas, gases e medicamentos.
Com a falta destes meios, o director avançou que a instituição tem tido dificuldades para prestar uma melhor assistência de qualidade aos 160 doentes, que diariamente procuram pelos serviços da instituição clínica do Cunene.
Explicou que actualmente o hospital deixou de realizar testes laboratoriais de VIH e Sida, febre tifóide, fezes, urina, reacção vidal e VDRL, entre outros. Neste momento, o único exame que se realiza, mas com restrições, é o de gota espessa, o que preocupa a direcção da unidade clínica.
Fernando Shomongula disse que outra necessidade tem a ver com a falta de viaturas, numa altura em que o hospital conta apenas com dois veículos, dos quais uma ambulância e outro para apoio ao serviço administrativo, criando dificuldades para atender casos urgentes.
Apelou às instituições filantrópicas e pessoas de boa-fé, no sentido de direccionarem os seus apoios à unidade sanitária, para que se inverta a situação.
O Hospital possui 250 camas e dispõe de um corpo clínico de 331 profissionais, entre médicos, enfermeiros e auxiliares de enfermagem.

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