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Faltam meios para expansão da desminagem

Adelaide Mualimusi | Ondjiva

A falta de meios técnicos associada à conjuntura económica que o país vive está a condicionar a extensão das acções das empresas de desminagem que actuam na província do Cunene, disse segunda-feira, em Ondjiva, o oficial de ligação e informação da Comissão Intersectorial de Desminagem e Assistência Humanitária, (CNIDAH).

Mário Satipamba, que considerou os primeiros seis meses de 2016 sem sucesso, acrescentou que a falta de transporte, de manutenção das máquinas e de combustível e lubrificantes, bem como o mau estado das viaturas estão na base do não cumprimento das acções de desminagem planificadas, no Cunene.
O oficial de ligação e informação referiu que no período em análise se realizaram tarefas pontuais nos municípios de Ombadja, Cuvelai e Cuanhama, que culminaram com a recolha de vários engenhos explosivos, remanescentes da guerra.
A província do Cunene conta com cinco operadores de desminagem,  designadamente das FAA, Polícia de Fronteira, INAD, ATM e The Hello Trust, que se dedicam à desminagem de vários espaços, à abertura de vias de comunicação e de campos agrícolas.

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