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Forças Armadas destroem explosivos

A brigada de desminagem afecta ao comando das Forças Armadas Angolanas no Cunene desactivou e destruiu, desde Janeiro, 2.711 engenhos explosivos, revelou o comandante da referida corporação, Jorge António “Jojó”.

A brigada de desminagem afecta ao comando das Forças Armadas Angolanas no Cunene desactivou e destruiu, desde Janeiro, 2.711 engenhos explosivos, revelou o comandante da referida corporação, Jorge António “Jojó”.
 De acordo com o oficial superior, do material bélico destacam-se 11 minas anti-tanque, 10 anti-pessoal, 2.406 metais diversos e vários outros engenhos como granadas de mão, munições de armas de vários calibres, morteiros de 60 a 80 mm e inúmeros projécteis. O comandante da brigada sublinhou que os engenhos foram recolhidos na desminagem e limpeza das bermas e vias de acesso aos troços que abrangem as comunas de Humbe, Nualila e Môngua, garantindo assim segurança e a livre circulação de pessoas e bens nestas zonas, onde irão passar os tubos da nova conduta Ondjiva/Xangongo, num percurso de 100 quilómetros.
A localidade de Ipemb e a reserva fundiária de Ekuma, nos arredores de Ondjiva, destinada à concretização do programa do governo sobre o Fomento Habitacional, foram também desminadas.
Jorge António considerou positivo o trabalho desenvolvido pela brigada, sendo desminados e limpos 17.404 metros quadrados dos municípios de Ombadja, Namacunde e Kwanhama.
 Frisou que a brigada de desminagem está subdividida em dois pelotões, bem equipados para uma prestação de serviço com rigor e eficiência, desde transporte e técnica, contribuindo no desenvolvimento da região.

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