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INADEC no Cunene tem falta de técnicos

Adelaide Mualimusi | Ondjiva

O Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (INADEC) do Cunene enfrenta uma elevada carência de recursos humanos, tendo em vista o enorme desafio de sensibilização e fiscalização à actividade das instituições servidoras do público, nos seis municípios que compõem a província.

A preocupação foi manifestada pelo director da instituição, Bernardino Hilundilwa, contactado pelo Jornal de Angola para fazer o balanço das actividades desenvolvidas durante o ano passado. Bernardino Hilundilwa informou que actualmente o sector funciona apenas com dois técnicos, o que tem tornado difícil a realização de actividades nos diferentes pontos da região.

Produtos deteriorados


O director do Instituto Nacional de Defesa do Consumidor realçou que no ano passado a instituição previa realizar 200 visitas aos estabelecimentos comerciais, mas apenas conseguiu realizar 126.  O Instituto Nacional de Defesa do Consumidor recebeu 23 reclamações, 16 das quais foram tratadas, e procedeu à destruição de produtos impróprios para consumo.
Bernardino Hilundilwa disse que para este ano o Instituto Nacional de Defesa do Consumidor prevê realizar mais acções de sensibilização e informação de educação sobre o consumo à população, com o objectivo de consciencializar o consumidor sobre os seus direitos. Além dos estabelecimentos comerciais, as acções de sensibilização vão abranger os mercados informais.

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