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Jornadas para fomentar investigação científica

Dionisio David| Ondjiva

A Escola Superior Politécnica de Ondjiva, província do Cunene, da Universidade Mandume Ya Ndemufayo, promoveu, na última sexta-feira, as terceiras jornadas científico pedagógicas, visando fomentar a investigação científica e elevar o nível cultural dos estudantes da instituição.

A Escola Superior Politécnica de Ondjiva, província do Cunene, da Universidade Mandume Ya Ndemufayo, promoveu, na última sexta-feira, as terceiras jornadas científico pedagógicas, visando fomentar a investigação científica e elevar o nível cultural dos estudantes da instituição.
  Participaram nas referidas jornadas 500 estudantes dos cursos de Enfermagem, Biologia, Agronomia e Análises clínicas, sendo abordados vários temas, distribuídos em três paneis.
O desenvolvimento local como alternativa, a crise económica e social, estudo e perspectivas de diversificação da agricultura, integração curricular do ensino de Inglês e alfabetização electrónica foram temas tratados mas jornadas pedagógicas e científicas.
Foram igualmente abordadas questões relacionadas com o desenvolvimento socio-económico das províncias do Namibe e Benguela, a comunicação pedagógica no ensino superior, os métodos de transfusão para o tratamento de hemoglobina em mulheres grávidas, as acções de educação sexual em adolescentes e as estratégias para contribuir para a eliminação de doenças, como a malária.
O vice-reitor para a área científica da escola e coordenador das jornadas, Nemésio Serafim Diel, disse que a actividade permite fazer uma avaliação do grau de assimilação e conhecimentos alcançados pelos estudantes ao longo dos últimos três anos e, também, a troca de experiências.
Acrescentou ser também o objectivo das jornadas científicas, fortalecer a cultura de debates técnicos e científicos, fortalecer o intercâmbio profissional, proporcionar ao estudante a oportunidade de investigar e demonstrar as suas habilidades intelectuais.
o vice-reitor Nemésio Serafim Diel referiu que o instituto tem 57 professores, entre angolanos e estrangeiros, além de quatro estagiários de investigação científica.
Para o responsáveldaquele estabelecimento universitário, o número de docentes é ainda baixo, tendo em conta o elevado número de alunos que espera ingressar todos os anos no ensino superior.
Por isso, defendeu o reforço de mais docentes e salas para fazer face à demanda de solicitações.

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