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Profissionais no Cunene pedem centro de produção

Dionísio David e Carlos Miguel | Ondjiva

O chefe para área de informação da TPA no Cunene disse segunda-feira, ao Jornal de Angola, por ocasião do 36º ano daquela estação, assinalado ontem, ser preciso criar um centro de produção local.

O chefe para área de informação da TPA no Cunene disse segunda-feira, ao Jornal de Angola, por ocasião do 36º ano daquela estação, assinalado ontem, ser preciso criar um centro de produção local.
Jossua Lifeny afirmou que a criação do centro facilitava a divulgação, com rapidez, dos assuntos noticiosos da região.
 A província, referiu, tem um vasto mosaico cultural, cuja divulgação tem sido feita de forma limitada por não haver um centro de produção da TPA.
   Entre os vários factos culturais que merecem ser divulgados, citou as festas de puberdade feminina (Efundula), as do gado (Edano leengobe), a transumância, com destaque para a dos bovinos, denominado ohambo, e a união matrimonial tradicional, a Ohombo.
  Sobre a evolução da Televisão Pública de Angola ao longo dos 36 anos, Jossua Lifeny disse que houve “um progresso significativo” do ponto de vista tecnológico e da formação de quadros.
 Jossua Lifany elogiou o empenho da direcção-geral da Televisão Pública de Angola na melhoria de condições de trabalho nas províncias, a nível de quadros e na aquisição dos meios técnicos modernos.
Elsa Leando, jornalista da TPA local, disse que o sector, a nível da província, cresceu muito, lembrando que, “há seis anos, a televisão não era nem metade do que é”.
“Estamos há pouco tempo em paz, mas o Executivo angolano  tem investido bastante no sector da Comunicação Social, o que nos faz estar orgulhosos por a  Televisão Pública de Angola estar entre as melhores televisões de África, graças aos equipamentos de última geração que são utilizados.
    A repórter Celma Javala confirmou que graças as novas tecnologias, a TPA tem assumido um papel relevante entre as televisões do continente africano.

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