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Prossegue registo de menores

Dionísio David | Namacunde

A conservatória Municipal de Namacunde emitiu 540 certidões de nascimento para crianças dos zero aos cinco anos, de Janeiro a Fevereiro deste ano. De acordo com o responsável municipal da Justiça, Fernando Mufuati, tem sido notória, nos últimos tempos, a importância atribuída pelos pais ao registo dos seus filhos logo à nascença.

A conservatória Municipal de Namacunde emitiu 540 certidões de nascimento para crianças dos zero aos cinco anos, de Janeiro a Fevereiro deste ano. De acordo com o responsável municipal da Justiça, Fernando Mufuati, tem sido notória, nos últimos tempos, a importância atribuída pelos pais ao registo dos seus filhos logo à nascença.
Devido à guerra que o país viveu, uma boa parte da sua população do município não tem documentos de identidade. Daí que “ tudo seja feito para dar resposta à situação o mais urgentemente possível”, garantiu.
O registo e identificação de cidadãos nacionais tem sido particularmente difícil naquela localidade, pelo facto da mesma fazer fronteira com a República da Namíbia.“ Como a entrada e a permanência de pessoas é constante, torna-se difícil o controlo”, justificou
Assim, para debelar o problema, Mufuati revelou que contam com ajuda das autoridades tradicionais para a identificação dos nacionais e evitarem que haja estrangeiros a adquirirem, de forma irregular, a nacionalidade angolana.     

  />A conservatória Municipal de Namacunde emitiu 540 certidões de nascimento para crianças dos zero aos cinco anos, de Janeiro a Fevereiro deste ano. De acordo com o responsável municipal da Justiça, Fernando Mufuati, tem sido notória, nos últimos tempos, a importância atribuída pelos pais ao registo dos seus filhos logo à nascença.
Devido à guerra que o país viveu, uma boa parte da sua população do município não tem documentos de identidade. Daí que “ tudo seja feito para dar resposta à situação o mais urgentemente possível”, garantiu.
O registo e identificação de cidadãos nacionais tem sido particularmente difícil naquela localidade, pelo facto da mesma fazer fronteira com a República da Namíbia.“ Como a entrada e a permanência de pessoas é constante, torna-se difícil o controlo”, justificou
Assim, para debelar o problema, Mufuati revelou que contam com ajuda das autoridades tradicionais para a identificação dos nacionais e evitarem que haja estrangeiros a adquirirem, de forma irregular, a nacionalidade angolana.     

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