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Protecção Civil garante apoio à população vítima das cheias

O coordenador executivo da Comissão de Protecção Civil na província do Cunene disse, na terça-feira, em Ondjiva, à Angop, que há condições técnicas e humanas para assistir a população em caso de cheias.

As cheias na província do Cunene têm estado a causar imensos prejuízos
Fotografia: Jornal de Angola

O coordenador executivo da Comissão de Protecção Civil na província do Cunene disse, na terça-feira, em Ondjiva, à Angop, que há condições técnicas e humanas para assistir a população em caso de cheias.
Joaquim Domingos afirmou que a Comissão de Protecção Civil, numa possível enchente causada pela chuva, dispõe de meios técnicos para escoamento das águas nos quintais e nas ruas.
A maior preocupação, referiu, está nas pessoas alojadas, em tendas, nos centros de acolhimento de Ondjiva, onde há necessidade do reforço logístico solicitado aos órgãos centrais.
Joaquim Domingos revelou que a província espera pela entrega de novas tendas, cobertores e de bens alimentares para prevenir e minimizar as faltas verificadas nos centros de acolhimento
Ondjiva, sublinhou, conhece avanços na intervenção técnica para contenção dos efeitos das águas das cheias, com a construção de diques de protecção e passagem hidráulicas. O mesmo ritmo de trabalho, acrescentou, ocorre noutras localidades do Cunene, como no troço Ondjiva/Cuvelai, onde estão a ser construídas pequenas pontes metálicas ao longo da via.
O governo provincial, garantiu, está a fazer tudo para mobilizar meios, minimizar os efeitos das cheias e instalar a população em locais seguros, com melhores condições de habitação.
As primeiras 1.600 casas sociais para as vítimas das cheias começam a ser construídas em Janeiro, tendo o acto de consignação para o início das obras sido realizado dia 18, em Ondjiva. As cheias no Cunene, registadas pela terceira vez, afectaram de 23.699 pessoas.
Joaquim Domingos disse ser necessário que a população siga à risca as directrizes do governo provincial de construir apenas em zonas seguras para se evitarem constrangimentos no período de chuva.
Há áreas seguras identificadas pelo governo, afirmou, onde se pode adquirir um espaço, com anuência das autoridades locais, e construir uma casa dentro dos padrões exigidos.

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