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Província regista menos casos da doença

Dionísio David | Namacunde

Os casos de malária no Cunene baixaram de 2088 até ao ano passado cerca de 57 por cento devido às várias campanhas de sensibilização promovidas pela direcção da Saúde, disse, em Santa Clara, o director provincial do sector.

Eleutério Hivilikwa, que falava no cerimónia provincial do Dia Mundial de Combate a Malária, afirmou que a data serve para reflectir sobre os cuidados que se deve ter em relação “à doença que tem causado vítimas”, mas que os resultados dos últimos quatro anos na província “são bastante animadores”.
O director provincial, que referiu os esforços conjuntos realizados nos últimos cinco anos que ajudaram a diminuir bastante a malária no Cunene, salientou que “hoje há menos crianças a adoecer e a morrerem nos hospitais e postos médicos” por causa da doença.
Os técnicos, salientou, têm diagnosticado poucos casos da doença, o que revela que se está a fazer um trabalho sério não apenas pelos serviços de saúde e parceiros, mas sobretudo pela população.
Apesar destes resultados, disse, a morte por malária ainda existe e continua a causar muita dor nas famílias, pelo que tem de continuar a ser combatida. Eleutério Hivilikwa pediu aos técnicos que continuem a prestar informações úteis ao público sobretudo quanto às formas de prevenir a doença e de aperfeiçoamento dos métodos de diagnóstico e de tratamento.
O sector da Saúde pretende que as comunidades continuem a respeitar as medidas que ajudam a evitar a malária, como o uso correcto de mosquiteiro e a higiene pessoal e das localidades.Dados do departamento da luta contra malária e outras endemias referem que de 2008 até ao ano passado se registaram no Cunene 47.320 casos daquele doença e que de então para cá houve 14.627.
O director provincial provincial da Saúde agradeceu o empenho dos técnicos do sector, das organizações não-governamentais que operam na região e da cooperação cubana.

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