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Pulverização às larvas dos mosquitos abrange milhares de casas em Ondjiva

Paulino Capusso|Ondjiva

Cerca de 14 mil casas foram pulverizadas na cidade de Ondjiva, na vila de Namacunde e na povoação de Santa Clara, província do Cunene, em Outubro do ano passado, visando o combate à malária. A campanha beneficiou cerca de 70 mil habitantes

Cerca de 14 mil casas foram pulverizadas na cidade de Ondjiva, na vila de Namacunde e na povoação de Santa Clara, província do Cunene, em Outubro do ano passado, visando o combate à malária. A campanha beneficiou cerca de 70 mil habitantes.
Os dados foram apresentados ontem pelo oficial provincial do programa de combate à malária, Zephirin Meya Mpambu, que considerou positiva a campanha de pulverização, por ter cumprido os objectivos traçados.
“Conseguimos uma cobertura de 92 por cento, isto é, 13.464 casas das 14.640 previstas em Ondjiva, Namacunde e povoação de Santa Clara. Estamos a garantir protecção contra a malária a 65.488 pessoas”, disse Zephirin Meya Mpambu.
O director provincial da Saúde, Eleutério Hivilikwa, disse que a campanha foi muito proveitosa, porque se cumpriram os objectivos. Afirmou que os técnicos da província têm maior responsabilidade, porque o Cunene é uma zona fronteiriça. “Devemos fazer mais esforços no combate à malária, para reduzir amortalidade”, referiu o director provincial da Saúde.
O coordenador nacional de logística do programa de pulverização, Silvestre Fernando, disse que a próxima meta é atingir os 100 por cento, com o apoio de todos os parceiros.  Apelou a população no sentido de contribuir para o êxito da campanha.“Estamos a estudar a possibilidade de levar a campanha para outros municípios. A campanha conta com o apoio da USAID e, para se estender a outras províncias, além do Cunene, Huíla e Huambo, são necessários mais apoios”, disse Silvestre Fernando.

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