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Recusada a entrada a cidadãos da RDC

Adelaide Mualimusi | Ondjiva

O Serviço de Migração e Estrangeiro, na província do Cunene, recusou nos últimos sete dias, na fronteira de Santa-Clara, a entrada a dois cidadãos congoleses democráticos por incumprimento de vários procedimentos  migratórios.

Migrantes ilegais da RDC a serem travados na fronteria
Fotografia: Benjamin Cândido | Edições Novembro

A informação consta numa nota do Ministério do Interior, a que o Jornal de Angola teve acesso.
Segundo o documento, no mesmo período foram interpelados e recolhidos ao posto fronteiriço cinco estrangeiros, dos quais quatro namibianos e um vietnamita por documentação incompleta.
A mesma nota  faz saber que estão detidos nas celas do Serviço de Investigação Criminal (SIC) local, um congolês  democrático e um vietnamita, que aguardam para serem encaminhados  ao Centro de Detenção de Estrangeiros ilegais em Luanda.
Dois cidadãos namibianos, segundo o relatório da Direcção Provincial do Ministério do Interior, foram convidados  a abandonar o país, através do posto fronteiriço de Santa-Clara, e consequentemente tiveram de pagar multas correspondente às infracções que cometeram, à luz do regime jurídico de estrangeiros em Angola.
O Serviço de Migração e Estrangeiro, na província do Cunene, controla 485 estrangeiros, dos quais 279 com visto de trabalho, 41 residentes, 28 com permanência temporária, três titulares de cartões de identidade consular, 15 refugiados, 98 requerentes de asilo, 15 condenados e cinco detidos.

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