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Remodelação nos hospitais está a reduzir idas à Namíbia

A melhoria da assistência médica na província do Cunene permitiu uma redução drástica do número de pacientes que se viam obrigados a recorrer aos hospitais da vizinha Namíbia, disse em Ondjiva o director clínico do hospital local, Daniel Ricardo.

A melhoria da assistência médica na província do Cunene permitiu uma redução drástica do número de pacientes que se viam obrigados a recorrer aos hospitais da vizinha Namíbia, disse em Ondjiva o director clínico do hospital local, Daniel Ricardo.
A reabilitação, ampliação e abertura de novos serviços no Hospital Geral de Ondjiva, província do Cunene, durante os últimos cinco anos, permitiu a melhoria na prestação de serviços à população da região, disse o responsável clínico daquela unidade. 
A entrada em funcionamento dos serviços de gastrenterologia, cardiologia, psicologia clínica, oncologia, urologia, TAC, fisioterapia, radiologia digital e endoscopia reverteu a deslocação dos populares que tinham a vizinha Namíbia como preferência na assistência médica.
Com a reabilitação e ampliação, o Hospital Central de Ondjiva teve a capacidade de internamento aumentada de 100 para 250 camas e passou a contar com um novo banco de urgências, com todas as secções incluídas e salas de observação, bem como a abertura de quatro naves que comportam o bloco operatório, secção de serologia, maternidade, pediatria e serviços gerais.
A execução do programa dos cuidados primários de saúde, no âmbito da municipalização desses serviços, deu outra dinâmica ao hospital, resultando em melhorias significativas no abastecimento de medicamentos, reagentes e material gastável de uso hospitalar.
O Hospital  tem 1.687 funcionários, dos quais 34 médicos, 1.300 enfermeiros, dez técnicos de diagnóstico e terapêuticos.

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