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Requalificação da Caxila arranca no próximo ano

Elautério Silipuleni | Ondjiva

A execução do projecto de requalificação urbanística do bairro da Caxila, no município do Cuanhama, arranca no próximo ano, anunciou o governador provincial. António Didalelua revelou que as obras terminam em 2017.

Bairros do Cunene vão mudar de imagem
Fotografia: Jornal de Angola

A execução do projecto de requalificação urbanística do bairro da Caxila, no município do Cuanhama, arranca no próximo ano, anunciou o governador provincial. António Didalelua revelou que as obras terminam em 2017.
O governador, que apresentava o projecto aos membros do conselho de concertação social, disse que as obras compreendem a requalificação da rede viária e a construção de equipamentos sociais, como escolas, centros de saúde, creches, áreas desportivas e de lazer, água e saneamento básico.
Antes do início das obras vai ser feito o realojamento das famílias do bairro. “Só depois disso, vamos abrir frentes de trabalho para a execução das infra-estruturas”. António Didalelwa considerou que as obras vão permitir tirar as pessoas das zonas degradadas e desordenadas, para os outros locais urbanisticamente bem organizados.
Do projecto consta a construção da Praça dos Soberanos, um estádio municipal com capacidade para 30 mil espectadores, de um pavilhão polidesportivo com dez mil lugares, uma piscina olímpica, casa dos desportistas, clubes de ténis, unidade sanitária, biblioteca e outros serviços de apoio. No futuro, disse o governador, o bairro da Caxila, em termos de infra-estruturas urbanas, ganha uma nova imagem e vai contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população.
Foram igualmente apresentado aos membros do governo e do conselho provincial de auscultação e concertação social, os projectos de construção do edifício protocolar no aeroporto 11 de Novembro, em Ondjiva, a Casa da Cultura, a cidade universitária e do velório junto ao cemitério municipal do Cuanhama.
As obras de construção dos projectos, como o edifício protocolar e a Casa da Cultura, disse António Didalelwa, começam ainda este ano. Os restantes vão constar da proposta orçamental para o ano de 2013.

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