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Roubo de gado bovino preocupa as autoridades

As autoridades do município da Cahama, província do Cunene, estão preocupadas com elevado número de roubos de gado bovino e caprino que ocorrem nos últimos tempos, informou ontem, naquela circunscrição, o administrador municipal.  


Lopo Júnior disse à Angop que o gado representa a riqueza e o prestígio da comunidade local, daí ser necessário o reforço das acções de combate ao roubo de gado bovino e caprino. Considerou preocupante a situação, porque os criadores tradicionais têm o gado como meio de sustento.
Sem avançar número de casos, o responsável disse que administração e a Policia local têm vindo a colaborar no intercâmbio de informação, o que tem facilitado o combate ao roubo de gado.
Para combater este mal, o administrador municipal pediu a colaboração da população na denúncia de movimentação suspeita de animais às autoridades, de maneira a serem frustradas as pretensões de roubo de gado bovino e caprino.
Como uma das medidas, a Administração Municipal da Cahama tem realizado feiras regulares onde as pessoas interessadas em comprar animais (bovinos e caprinos) o podem fazer num local devidamente autorizado, controlado e fiscalizado.O município da Cahama, a 193 quilómetros a norte da cidade de Ondjiva, capital do Cunene, tem uma população estimada em mais de 70.061 habitantes. Tem como sede a vila da Cahama e conta com duas comunas.

Alertas de inundação

A administradora municipal do Cuvelai, no Cunene,  apelou à população no sentido de colaborar com as autoridades em caso de inundações na região.
Margarida Ulissavo fez este apelo à margem de uma visita de trabalho que o governador da província do Cunene, Kundi Paihama, efectuou à comuna da Mupa, para avaliar um “falso alerta” de que a região estava a ser assolada pelas cheias.
Segundo a administradora, apesar de a comuna da Mupa ser uma área crítica em termos de  inundações, actualmente, o que se verifica são enchentes no rio, que estão a impossibilitar a sua travessia, tendo sido postos à disposição da população meios flutuantes para permitir a sua circulação.
“Até agora, a situação é calma, não temos problemas de risco, apesar de a água ser um fenómeno imprevisível. Devemos estar atentos e trabalhar junto das populações para as persuadir. Quando houver sinal de alerta, devem comunicar às instâncias superiores para permitir respostas imediatas ”, alertou.

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