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Cunene cria estratégias para conter as cheias


Os trabalhos para atenuar os efeitos das cheias nos arredores de Ondjiva, capital da província do Cunene, tiveram início este mês, com o aumento da altura dos diques de protecção e prolongamento, em 20 quilómetros, entre as zonas residenciais e o rio Cunene.

Os trabalhos para atenuar os efeitos das cheias nos arredores de Ondjiva, capital da província do Cunene, tiveram início este mês, com o aumento da altura dos diques de protecção e prolongamento, em 20 quilómetros, entre as zonas residenciais e o rio Cunene.
O director adjunto da China Road and Bridge Corporation (CRBC), encarregue da empreitada, Liu Kuang, disse que os trabalhos decorrem a ritmo acelerado e consistem na extensão e incremento da altura dos diques de protecção existentes, para minimizar a repentina subida das águas das cheias.
O responsável frisou que os trabalhos têm a duração de um ano e servem para acabar com os prejuízos provocados pelas cheias que desalojam muitos habitantes de Ondjiva.
Liu Kuang adiantou que da obra constam trabalhos de desvio das águas das cheias para zonas não habitadas, tendo em conta que grande parte das casas afectadas está localizada nas zonas de enchente natural dos rios e nos cursos normais por onde escorrem as águas das chuvas.
A par desta actividade, a CRBC trabalha também na recuperação das estradas obstruídas pelas cheias no centro da cidade capital, Ondjiva, num percurso de três quilómetros, com duas faixas de rodagem e 13 metros de largura em cada sentido.

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