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Escolas ensinam a realizar negócios

António Capitão | Uíge

Terminou no Uíge um ciclo de formação de professores de empreendedorismo. Ao discursar na cerimónia de encerramento, o chefe do Departamento de Administração e Orçamento da Direcção Provincial de Educação, Alexandre Canica, disse que o ensino do empreendedorismo é um  elemento fundamental de ajuda à concretização do Programa de Combate à Pobreza e redução do desemprego nos jovens.            

Formação permitiu despertar a atitude e capacidade empreendedoras pessoais e competências de gestão do processo de ensino
Fotografia: Filipe Botelho | Uíge

O ensino de Empreendedorismo nas escolas da província do Uíge constitui um  elemento fundamental de ajuda à concretização do Programa de Combate à Pobreza e redução do desemprego, disse o chefe do Departamento de Administração e Orçamento da Direcção Provincial da Educação.
Alexandre Canica, que falava no encerramento do ciclo de formação de professores de Empreendedorismo, sublinhou que a sociedade contemporânea exige pessoas empreendedoras com competências múltiplas, que saibam trabalhar em equipa e tenham capacidade de aprender com situações novas e complexas, enfrentando novos desafios e promovam transformações.
A Educação Empreendedora deve chegar a todas as escolas da província, para que os jovens aprendam a cultivar mais cedo o espírito empreendedor e o empreendedorismo.
Por isso, referiu Alexandre Canica, a formação de professores de empreendedorismo permitiu despertar atitudes e capacidades empreendedoras pessoais e competências de gestão do processo de ensino e aprendizagem, para que os alunos compreendam melhor o mundo dos negócios.
A formação visou o reforço dos conhecimentos, habilidades e metodologias dos professores de empreendedorismo na província. O objectivo é despertar as atitudes e capacidade empreendedoras nos professores para poderem desenvolver a disciplina e encontrarem soluções para os problemas sociais.Os novos inspectores escolares admitidos no sector da Educação, no Uíge, comprometeram-se a aplicar com rigor e consistência, nas suas actividades diárias, os conhecimentos adquiridos para a melhoria da qualidade do processo educativo.
 Ao todo, são 81 inspectores que juraram trabalhar com profissionalismo desde que sejam melhoradas as condições laborais. “Solicitamos que sejam melhoradas as condições de trabalho, com mais viaturas para que consigamos chegar aos locais de difícil acesso, para melhor exercermos a nossa actividade em prol do ­desenvolvimento do sector”, lê-se numa mensagem dos docentes. O chefe do Departamento deAdministração e Orçamento,Alexandre Canica, disse que os inspectores escolares são profissionais fundamentais, que servem para inspeccionar a actividade educativa.
São também responsáveis pela mediação das acções entre os profissionais da educação. Lembrou que a inspecção é um órgão técnico e especializado que deve monitorizar o processo educativo e contribuir com propostas fundamentais para a melhoria do desempenho das instituições do ensino.Alexandre Canica aconselhou os inspectores escolares a cumprirem e fazerem cumprir a elaboração dos planos de actividades e acções anuais, semestrais, trimestrais, semanais e diários, para que as escolas e seus gestores atinjam os objectivos delineados.
Durante o ciclo de formação, os inspectores escolares foram dotados com conhecimentos relacionados com as funções e tarefas de inspecção nos diferentes níveis de ensino e sobre como acompanhar o funcionamento das áreas pedagógicas, organizativas, administrativas, financeiras, legais e socioculturais, para melhor assegurar o processo de ensino e aprendizagem em todas as suas linhas de acção.

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