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Estruturas socioeconómicas dignificam a comunidade rural

Arão Martins | Lubango

A secretária de Estado para o Desenvolvimento Rural, Fátima Delgado, afirmou sábado, em Quipungo, que as acções do Governo no ordenamento e integração rural dão maior dignidade e contribuem para um nível de vida aceitável às famílias.

Escolas e outras infra-estruturas são criadas para ajudar o desenvolvimento das zonas rural
Fotografia: JA

A secretária de Estado para o Desenvolvimento Rural, Fátima Delgado, afirmou sábado, em Quipungo, que as acções do Governo no ordenamento e integração rural dão maior dignidade e contribuem para um nível de vida aceitável às famílias.

Fátima Delgado prestou estas declarações quando procedeu à inauguração, no município de Quipungo, de escolas, postos de saúde, lavandarias, jangos comunitários e geradores de energia eléctrica, num valor estimado em 2.450.000 dólares. Os projectos de desenvolvimento rural, referiu, são integrados e compreendem as componentes sociais, económicas e territoriais.
“Há acções diversas, como a construção de infra-estruturas socioeconómicas, que ajudam a criar rendimentos às famílias do meio rural com a entrega de meios para a prática do artesanato, agricultura, apicultura, restauração e pastelaria”, referiu.
Chicomba, Quilenguês, Caconda estão também a beneficiar do programa, denominado “Uma perspectiva para o bem-estar social no meio rural” que abrange todo país com o objectivo de melhorar a qualidade de vida das populações.
Estão a ser erguidos hospitais, escolas, postos de saúde, centros de captação de água, energia e centros comunitários cujas construções dependem do Orçamento Geral do Estado.
Fátima Delgado defendeu que, para tal, os gestores destes fundos têm responsabilidades acrescidas no destino dado aos mesmos.
 “Os montantes destinados para o efeito não são muitos, por isso, urge racionalizá-los o máximo possível no sentido de serem canalizados para o fim preconizado”.“O centro das atenções são o homem e a mulher rural. Daí o compromisso de levar os serviços necessários a essas camadas”, concluiu.
 O Jornal de Angola apurou que não há uma data definida para terminar o programa, devido ao facto de haver a necessidade de abranger as zonas mais recônditas.

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