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Fiéis celebraram sacerdócio do bispo D. Mário Lukunde

Carlos Paulino | Menongue

Pelo menos três mil fiéis da igreja católica na província do Kuando-Kubango, participaram domingo, em Menongue, na celebração da missa que serviu para homenagear os 25 anos de sacerdócio de D. Mário Lukunde, bispo da diocese de Menongue.

Pelo menos três mil fiéis da igreja católica na província do Kuando-Kubango, participaram domingo, em Menongue, na celebração da missa que serviu para homenagear os 25 anos de sacerdócio de D. Mário Lukunde, bispo da diocese de Menongue. O acto foi presidido pelo bispo do Lubango, D. Gabriel Bilingui, que começou por enaltecer os feitos dos 25 anos de sacerdócio de D. Mário Lukunde que desde muito cedo foi chamado ao ministério sacerdotal para servir a Cristo com objectivo de evangelizar e consagrar o seu sacrifício pelo regaste através da eucaristia.
 O prelado lembrou que o sacerdote é o representante de Jesus Cristo no tempo actual e tem a máxima responsabilidade de cuidar das suas ovelhas, uma vez que a sua preocupação de evangelizar tem de ser sempre em harmonia com a palavra de Deus escrita na sua bíblia sagrada.
D. Gabriel Bilingui sublinhou que o sacerdócio transforma o padre no interior a ponto de lhe dar uma forma nova de ser, de existir e de actuar. “É missão do sacerdote convocar, reunir e edificar a Igreja mediante a proclamação em nome de Cristo e da palavra de Deus, garantir a autenticidade deste anúncio e da sua corrente actualização, porque fazendo isto salvaremos a nós próprio e a outros que nos escutam”, acrescentou o prelado.               
   D. Mário Lukunde agradeceu o carinho dos presentes e em particular ao bispo emérito de Benguela, D. Óscar Bragam, que além de ter sido o seu formador lhe colocou as mãos na ordenação sacerdotal, animou-o como presbítero e consagrou-o como bispo. D. Mário Lukunde nasceu a 13 de Maio de 1957 em Tchinhungu (Caimbambo), diocese de Benguela, e desde muito cedo recebeu a formação religiosa cristã e ingressou ainda adolescente no seminário menor do Quipeio. Em 1976, como seminarista foi um dos fundadores do seminário do Bom Pastor e fez os estudos filosóficos e teológicos no seminário de Cristo Rei, no Huambo.
 A 3 de Fevereiro de 1985 foi ordenado sacerdote por D. Óscar Braga e foi colocado na paróquia de São Pedro, na Baia Farta. Em 1990, licenciou-se em filosofia pela universidade pontifícia Urbaniana e em 1994 doutorou-se em filosofia na mesma instituição. 
De 1997 a 1999, foi reitor do Instituto de Ciências Religiosas de Angola (ICRA) regional de Benguela a funcionar no Lobito e a 3 de Agosto de 2005 foi nomeado bispo da diocese de Menongue pelo Papa Bento XVI.     Participaram também nas festividades o vice-governador do Kuando-Kubango para organização e serviços técnicos, Simão Baptista, o bispo emérito de Benguela, D. Óscar Braga, o bispo do Huambo, D.José de Queirós Alves, do Namibe, D. Mateus Feliciano Tomás, de Mbanza Kongo, D. Vicente Carlos Kiaziku e do Sumbe, D. Benedito Roberto.

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