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Finalistas recebem certificados

Os primeiros 34 técnicos médios formados em ciências físicas e humanas na Escola de Ensino Especial de Ndalatando, entre os quais sete do sexo feminino, receberam no sábado os certificados de fim do curso.

Técnicos formados em ciências físicas e humanas tiveram classificação média desde o ensino primário até a décima segunda classe
Fotografia: Eliseu Velasco | Angop

Os recém-formados, portadores de deficiências auditivas, visuais, motoras ou de transtornos combinados, tiveram formação média geral durante 13 anos, do ensino primário à 12ª classe.
O director da escola, Diogo Evangelista, ao falar na cerimónia da entrega de certificados, anunciou que alguns dos recém-formados passam a ser professoras na escola que os restantes “vão ajudar à expansão do ensino especial” noutros municípios da província.
A Escola de Ensino Especial de Ndalatando, a única do género na província, começou a funcionar em 2006 com 125 alunos, mas nem todos concluíram a formação.
A escola, com sete salas de aulas, que funcionam em três turnos, tem 32 professores de Matemática, Língua Portuguesa, Educação Manual, Laboral e Plástica, Estudo do Meio, Biologia, Química e Inglês. Este ano lectivo foram matriculados 600 alunos, da iniciação à 12ª classe.
Diogo Evangelista lembrou que o subsistema de ensino especial no Cuanza Norte também funciona Samba Cajú, embora neste caso os alunos frequentem as salas de aula do sistema normal.
O director provincial da Educação, Sebastião Manuel, disse que o objectivo é que haja mais salas de aulas, formação de professores e maior apoio ao ensino especial para facilitar a integração dos portadores de deficiências na sociedade.

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