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Fundo de Apoio Social expande as suas acções

Marcelo Manuel | Ndalatando

O Fundo de Apoio Social (FAS) vai continuar a reforçar as acções a nível do Cuanza Norte, com a extensão dos programas para os dez municípios da província, anunciou ontem o director nacional da instituição, Santinho Figueira.

Fotografia: Jaimagens | Edições Novembro

Neste momento, os programas estão a ser executados nos municípios de Ambaca e de Quiculungo, prevendo-se que sejam expandidos a outras regiões da província, até finais deste ano. Santinho Figueira disse que há já alguns projectos a ser executados, mas ressaltou 15 outros ligados à construção de escolas, postos de saúde e de centros de captação e tratamento de água potável.
Além destes, o director nacional do FAS destacou ainda a criação de um projecto para o desenvolvimento de práticas agrárias, com vista a uma maior rentabilidade da agricultura de subsistência.
O responsável nacional assegurou que os projectos em carteira já estão todos financiados e, até ao final deste ano, podem ser inaugurados os seis primeiros dos 15 programas existentes, para permitir que se comecem outras sete novas obras.
Santinho Figueira afirmou que as actividades ligadas à planificação, sobretudo, no âmbito da elaboração dos perfis municipais, estão também a ser desenvolvidas.
Neste momento, disse, o FAS desenvolve, a nível do país, um programa de mobilização de agentes de desenvolvimento comunitário sanitário (ADECO), com o propósito de estes transmitirem à população as boas práticas de higiene, saúde e convivência social, por forma a prevenir epidemias ou patologias de fórum público.
O director nacional do FAS afirmou que este projecto é de tutela dos ministérios da Administração do Território e da Saúde e está orçado em quatro milhões de dólares, prevendo beneficiar a população das zonas mais recônditas das comunidades rurais do país.

Nova sede

Funcionários do FAS, no Cuanza Norte, trabalham agora em melhores condições, em função da inauguração de um edifício de um piso, construído através de um financiamento do Ministério da Administração do Território, estimado em 32 milhões de kwanzas.
O imóvel tem na parte superior uma casa de passagem com três quatros, enquanto o piso de baixo dispõe de escritórios, salas de estar e de reuniões e cozinha. O director Santinho Figueiredo acredita que a construção do edifício serve de factor motivacional para a equipa local e permite o aumento de quartos.

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